segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

E ele escrevia
na velocidade da linha
e era assim que dava
um pouco de si a ela
uma estrela
um barco a vela
um furacão

morrem os instantes
em um segundo
mas a linha fica:
puro pó
no início do início
do século

Para meus amigos Crisântemo (A. Radde) e Margarida (L. Santos)

6 comentários:

Ana SS disse...

Palavras deliciosas.

A Palavra Mágica disse...

Janaina,

Há tempos não passo por aqui, mas sei que Entre a Loucura e a Arte existe você.

Beijos e boas festas!
Alcides

Anne M. Moor disse...

Que poema lindo e que presente delicioso!

bjos
Anne

Tear de Sentidos disse...

Lindo o poema!!!! E mais lindos são eles!!!!!
Tô com ciúme do Augusto! Agora vou publicar no Tear uma de nós os três!
Bjucos, guriazinha de verde limão!
Tê (guriazinha de amarelo)!

José María Souza Costa disse...

Passei aqui lendo. Vim lhe desejar um Tempo agradável, Harmonioso e com Sabedoria. Nenhuma pessoa indicou-me ou chamou-me aqui. Gostei do que vi e li. Por isso, estou lhe convidando a visitar o meu blog. Muito Simplório por sinal. Mas, dinâmico e autêntico. E se possivel, seguirmos juntos por eles. Estarei lá, muito grato esperando por você. Um abraço e fique com DEUS.

http://josemariacostaescreveu.blogspot.com

A Palavra Mágica disse...

Janaina,

Passo para te desejar um Feliz 2011!

Um beijo!
Alcides