segunda-feira, 3 de maio de 2010

O escritor é uma das criaturas mais neuróticas que existem: ele não sabe viver ao vivo, ele vive através de reflexos, espelhos, imagens, palavras. O não-real, o não-palpável. Você me dizia "que diferença entre você e um livro seu". Eu não sou o que escrevo ou sim, mas de muitos jeitos. Alguns estranhos.
Caio Fernando Abreu (tão eu que dá medo)

2 comentários:

Anne M. Moor disse...

As palavras nos mostram como somos: um caleidoscópio de vida!

O difícil é nos entender rsrsrsrs

Bjos
Anne

janaina brum disse...

E pra que nos entendermos, Anne?
Beijocas! Bom ter te visto ontem!