quinta-feira, 8 de abril de 2010

Era uma imagem de filmes:
romans, pedros e tarôs.
Fazia furo.
Entre os laivos da minha
leitura delirante,
eu te observava,
assim, de canto,
te via e te imaginava
em um voo sem quedas,
amparado pelos afetos.
Eu te quero perto
e isso não é um aforismo,
é apenas um sempre,
uma intermitência:

Amor sempre Amor.

2 comentários:

Flavio Ferrari disse...

E eu aqui me perguntando
bah ... guria
o que é que andaste fumando ?

Janaina Brum disse...

Olha, FF, por enquanto, ando fumando muito Free
Azul
Maço

Daqui a pouco vou precisar recorrer a outras coisinhas, inclusive comprimidinhos, de preferência bem coloridos pra eu não errar a dose!
HEhehehe
Beijocas