terça-feira, 24 de novembro de 2009


Talvez não seja apenas 
um encontro casual.
Talvez eu olhe nos teus olhos 
e me veja, me descubra.


Tantas madrugadas
de afinidades
e risadas
e seriedades.


Coincidências não existem, 
são peripécias do acaso
e da sorte.


A sorte de ter te encontrado
na cadeira ao lado.
Amigos são para tudo,
até mesmo para o
silêncio,
para os dias chuvosos e
pensamentos nebulosos.


Amigos são borboletas amarelas,
são sinais de boas novas.
Talvez não sejam só
objetivos comuns,
mas os caminhos que se cruzam.
Porque só caminhos diferentes se
cruzam quando a essência é a
mesma.

Mesma mesa de bar,
mesma música,
mesma vontade de chorar.
Mesmas minhas borboletas
amarelas a te espreitar.

Não tens saída: 
PERMANECERÁS.



Para minha amiga mais Margarida, LUCIENE SANTOS

5 comentários:

relendoomundo disse...

Jana!!

Quanto carinho,
quanto amor!

As palavras fogem
e o sorriso invade
minha alma!

Agora tudo está em calma!

É uma dádiva ter-te em minha vida!
Te adoro, amiga MARAVILHOSA!!

Lu.

Janaina Brum disse...

Lú, tu mereces tuudo! És especial!!!
Viva a Lúuuuuuuu!
Te adoro!
Bjs

vittorio disse...

Com certeza, especialmente aqueles com quem mantemos longos diálogos silenciosos.

O encontrar os sentidos é imperativo à vida.
As artes são a expressão da nossa essência.
Nesses teus recentes poemas, encontrei o teu sentido...


Bjs.

Beatriz Araujo disse...

Há coisas para as quais jamais se encontra uma explicação. E, às vezes, essa é a melhor parte! Lindo poema, Jana! Linda amizade!
Super beijo

Janaina Brum disse...

Obrigada, Vittorio e obrigada, Bia, por continuarem a ler o "ELA".
Grande beijo!