terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tanta poesia
e eu, sonolenta,
esqueço de dois ou
três versos fundamentais.

Esse cotidiano
que insiste em querer
apagar
nossos poemas.

Poesia resiste,
transborda em toda
tentativa.

5 comentários:

vittorio disse...

Palavras a colorir sentimentos
pensamentos e o sentir da vida.
Sacras cronologias dos momentos
na poesia da alma imprimida.

Mesmo que as palavras fugidias
rompam a métrica e as rimas
Versos a enredar as poesias
do ser humano em obras primas.

Hão de fazer dela a liberdade
declamando aos quatro ventos
o que em ti há de verdade.

Os sentimentos em profusa orgia
rompem as amarras do cotiano
e tu.... te transformas em poesia.

Você é poesia, eternamente poesia...
beijos

Janaina Brum disse...

Obrigada, Vittorio!
Ótimo soneto moderno!
Bjs

Zisco disse...

A tua resiste e persiste, é teu dom e teu presente para os mortais como eu.
Não precisa se preocupar tanto, um verso que vc esquecer vai dar sempre um toque mágico a tudo.

Janaina Brum disse...

Zisco, não sei pq gosto tanto desses dois verbos...
Bjs

Anne M. Moor disse...

O cotidiano não consegue apagar a poesia que vem da alma!!

Beijos poeta!