segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009


O sentimento à flor do papel
Fornece dor aos olhos de quem escreve
A quem lê, fornece colírio.
O alívio absoluto de quem descobre
Que não é o único
E de quem interpreta
Segundo sua vida
E sua morte.
Que não se envergonhe o poeta
Por se mostrar.
Porque se mostrando,
Evidencia o outro
E é visto com bons olhos
Olhos de observador astuto
De si mesmo
Se exteriorizando
Para interiorizar melhor.
Que cada vez sejam mais sinceros os poetas
Que poetas serão estes!
Grandes. Brilhantes!
Altruístas!
Eternizados...
Um poema antigo, que fiz para minha amiga Franciele Guarienti

3 comentários:

€ster disse...

Obrigada por aderir a blogagem, o selo ficou lindo hospedado aqui!!

beijinhos!

Zisco disse...

Talvez seja o ponto mais sensível da pele de quem escreve!

LUZ disse...

Olá
É certo que não nos conhecemos, mas resolvi comentar este poema porque gostei muito da forma como te expressas nos teus poemas; acima de tudo com a paixão própria dos poetas. Fico muito contente quando saio a 'navegar' e encontro 'ilhas inspiradoras' no meio desse oceano de blogs que na maior parte das vezes não me dizem nada. Parabéns