sexta-feira, 25 de abril de 2008


Não quero te falar de amor... não.

Não devo falar em amor,

Palavra tacitamente proibida.

Quero te propor um pacto

- Lancinante (eu gosto, sim, dos adjetivos) -

Não quero para mim a palavra,

Nem mesmo a censura cordial que ela impõe.

Quero-te a ti e os teus desejos,

Quero o teu olhar sem mais palavras,

Eu quero o teu pesar sem mais censuras,

Eu quero o teu corpo,

Sem mais clausuras,

Sem mais acordo.


Quero-te a ti e mais um pouco.


Jana

5 comentários:

Fran... disse...

linda fotoooooo

bjs

Fran... disse...

+ nem vou comentar o q penso do poema...tu ja deve imaginar.

Anônimo disse...

Janaína: mandei um post para o blog do Rubens(como Sérgio Estanislau), e queria te agradecer pelo elogio tão gentil que escreveste. Aliás, lucrei mais ainda ao conhecer teu blog e ver as tuas poesias. Demonstram que tens uma facilidade impressionante de converter teus sentimentos em versos.

Por isso aí vai uma poesia da Leminski sobre isto que fazes tão bem.

RAZÃO DE SER

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?

Paulo Leminski

Atenciosamente

Sérgio Estanislau

Janaina Brum disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
splendid disse...

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