sábado, 26 de janeiro de 2008


Sempre tive ganas de vastos campos

Acolhedores

Que sempre levaram os que

Me tinham

Em desordens absolutas,

Noites quietas. Brilhos...

Ea eu que cintilava,

Ali, noiva aberta,

Coroada de espinhos.

Eu nem ligara.

No dia mais feliz

Vi morrer um inocente.


Agora a palavra é uma só:

Ordem.

Como se por aqui houvesse...

Mas o cálido aconchego,

Mas a mão tenra,

Halito silvestre,

Tês em desalinho...


Não.

Não se governa o ente

Por decretos.


Jana