quarta-feira, 14 de março de 2007


Não concebo a vida sem poesia;
A poesia cotidiana,
Como a poesia de uma professora de cento e vinte anos
(pela experiência sincera)
Que, ainda com a mesma empolgação sagitariana,
Prepara suas aulas na beleza de um mundo que não existe...
Com aquela ideologia infantil
(não infantil, mas imatura; e, por isso, bela)
Que se renova na esperança que só se realiza
Pela existência de pessoas assim;

A poesia que faz chorar
Porque diz, de forma legítima,
Aquilo que, em si, torna-se real;

A poesia dos atos impuros,
Que se tornam impuros
Pelo senso-comum de uma sociedade
Que não tem mais razão de ser;

O cotidiano em forma poética:
A poesia em forma de cotidiano.
A pedra no meio do caminho
Que, em cores doloridas,
É lançada não sei para onde.


Janaina Brum

5 comentários:

Inominável Ser disse...

Inomináveis Saudações, Janaína Brum.

Agradeço a vossa visita em meu blog e ao ler o vosso, também te parabenizo neste que é o nosso dia, o Dia Do Poeta.

Vossos versos são como danças bem singelas, puras e simples... Loucura... Arte... Tudo aqui é uma extensa e bela paisagem... A extensa e bela paisagem de vossa alma.

Saudações Inomináveis, Janaína Brum.

Franciele disse...

Que poesia linda!!é quase uma oração dos poetas! exelente,
qunta sensibilidade, as vezes até chato pq eu sempre faço um monte de elogios,+ não adianta,esse meu discurso continuará sempre o mesmo, pq essa guria eh d+ mesmo!bjs

tatiletras disse...

Maravilhosa!!! Essa minha amiga é demais!
Linda poesia como muitas outras q ela cria!!!
Parabéns Jana!

Jaquelyne disse...

Janaína!!!Parabéns!!!
Adorei teu blog!!!
Continuemos a poetar os nossos caminhos!!!
Abraços,da tua mais nova fã:Jaquelyne!!!!!

technology disse...

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