terça-feira, 20 de março de 2007


Forças inabitadas

Rondam o meu destino.

Não sei o que será de mim.

Relva.

Sábias palavras do sábio

Que morre longe

Me delineiam.

Neste dia ininterrupto,

Quero saber para onde vão os sábios

Quando morrem.

Não saberia dizer

Se morro a cada dia

Um pouquinho

Ou se vou ter toda morte no final

(Eu não saberia ditar um fim)

Ainda outro dia,

Aprendi a fazer as pessoas pensarem em mim,

No entanto, não consigo pensar em ti.

Não posso acreditar na cinrcunferência.

(Será que estou morrendo aos poucos?)

Não sei mais quando acabará esta vertigem

De estar no mundo

Sem estar em mim.

O Outro.



Janaina Brum

2 comentários:

Juliano Guerra disse...

Ótimos os teus poemas, Jana. Como é que guardavas esse talento todo e nunca nos mostrou nada na sala de aula? Quero te dizer que nos próximos dias estaremos fechando, através da cooperativa do livro, uma edição de contos e poemas de vários semi-autores aqui de Pelotas, eu gostaria muito de incluir alguma coisa tua. Se tiveres interesse me manda um e-mail já com os poemas (dois ou três) que escolheres anexados. Grande abraço.

intelligence disse...

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